Jovens da IQC



Como os cristãos são perseguidos no Iraque

Em 2007, os cristãos foram perseguidos, assassinados e massacrados em Dura, sul de Bagdá. Muitos fugiram de Bagdá e foram para a zona de segurança de Nínive, no coração de Mosul. O local para onde fugiram é o coração da comunidade cristã.

Nos últimos dias, os cristãos foram uma vez mais oprimidos, assassinados e massacrados. Desta vez, não em Bagdá, mas no centro cristão de Nínive.

Em Nínive, recentemente, foi questionado aos cristãos quantos deles eram de Nínive: cerca de 80%, afirmaram.

O sobrinho do guarda dessa igreja e o seu pai foram mortos à pouco tempo, em frente à sua casa, em Nínive. Alhassan, o sobrinho, iria ficar noivo naquela semana.

Violência e fuga

Não se pode negar o sucesso da invasão dos Estados Unidos; a violência ainda existe em Bagdá. No entanto, a triste realidade é que muitos grupos terroristas como a al-Qaeda já se mudaram para o norte, para lugares como Mosul.

Ainda não está claro quem é responsável pela violência. Alguns dizem que são os muçulmanos sunitas, outros dizem que é a al-Qaeda, outros ainda dizem que são os curdos. Isso parece bastante improvável, já que muitos cristãos fugiram de Nínive/Mosul e buscam refúgio no Curdistão.

Além de todos esses múltiplos problemas e perigos que os cristãos enfrentam, acrescenta-se a recente recusa do Parlamento de permitir às minorias uma cadeira fixa nos governos regionais.

A vida é muito difícil para os cristãos que ficaram no Iraque, a maior parte deles já fugiu. Os que ficaram não têm dinheiro para sair ou recusam-se a deixar a terra natal.

No meio dessa crise, as forças multinacionais no Iraque consideram o que podem fazer. O governo iraquiano já enviou mil policiais e militares para a área.

A resposta do amor

Mais uma vez, a única solução parece ser superar a violência pela força. Como pessoas de paz, essa não é a solução que nos agrada, entretanto, parece não haver outra.

Os que cometem violência não falam com as outras pessoas, nem se empenham em procurar outras soluções. A sua preocupação é matar infiéis que acreditam estar aliados ao ocidente e à Coligação.

Entretanto, na igreja, simplesmente amamos e servimos. Temos uma clínica na igreja com três médicos, três dentistas e uma farmácia. Tudo o que fazemos é de graça, e a maioria dos nossos pacientes não é cristã, mas muçulmana. Não planejamos parar de servir as pessoas, independentemente da religião.

Nunca vamos deixar de amar. A ameaça sempre volta, a violência é real, mas pela graça de Deus, vamos continuar.
acificador.

Fonte:Portas Abertas


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