Jovens da IQC



Deus é Amor

Hoje, é comemorado o Dia dos Namorados. Esta data será cercada de romantismo entre os casais.

Muitos comemorarão esta data com um passeio, um jantar em algum restaurante, dão e recebem presentes, etc. Muitas juras de amor serão trocadas, nada de mal há nisso, mas e o amor no casamento, como está?

Vivemos dias em que o modelo da família estabelecido por Deus, tem sido combatido dia a dia, tornando-se alvo do inimigo das nossas almas. Diante disso, creio que no Dia dos Namorados precisamos repensar o amor conjugal que leva à formação da família e ainda na importância da preservação e incremento desse amor. O amor conjugal precisa de ser uma união de todos os tipos de amor. Tem sido muito enfatizada a necessidade do romantismo. De facto, é muito importante que se reavive o romantismo do casal. Entretanto, creio que é ainda mais importante que se reavive o amor sacrificial do casal, o amor de Deus, o amor que está escrito na Bíblia, a palavra de Deus.

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”

I Co 13:4,7.

As Escrituras falam-nos em relação ao marido:

“Maridos, amai vossa mulher, como Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela,…” Efésios 5:25

Em relação à esposa:

“…a fim de instruírem as jovens recém casadas a amarem ao marido…” Tito 2:4

É claro o que as Escrituras dizem de que é esperado que marido e esposa se amem com o amor de Deus, o amor sacrificial, o amor que é mais atitude que sentimento. Este amor fará com que o casamento seja sólido e vença os momentos em que haja falta de romantismo; dessa forma, haverá muito mais disposição para o romantismo, pois é muito mais fácil querer agradar, presentear e desfrutar da convivência romântica de nosso cônjuge quando nos sentimos amados sacrificialmente por ele, vemos o seu esforço, a sua dedicação para o bem da família, como recomendado Biblicamente. Busquemos em Deus termos atitudes de amor, servindo o nosso cônjuge, sacrificando-nos por ele, depois, então, sejamos românticos com ele. Cremos, desta forma, que estaremos cumprindo o propósito de Deus para a família.

“Aquele que não ama não conhece a Deus; porque DEUS É AMOR.”

1 João 4:8


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