Jovens da IQC



As fases do músico! (II)

Segunda fase:

E a mais complicada de todas é realmente esta que iremos tratar agora. Neste ponto, na maioria das vezes, o músico já deve ter estudado um pouco, já aprendeu algumas coisas e já se acha capaz de tudo! Onde chega quer pegar no instrumento e fazer logo ali um “workshop”, e o que me dá pena aqui não é desse tal músico, mas sim, das pessoas que estão a ouvir. Para os ouvintes surge logo nos seus pensamentos as seguintes questões: será que estou a pagar algum pecado; outros dizem: Eu não ganho tanto para ouvir isto!

O que acontece é que nesta fase o músico perde a sua referência musical e conseguinte o seu devido lugar. Em alguns casos é de chorar, pois, nem o instrumento está devidamente afinado. Não se tem boa técnica, não conhece a harmonia, não tem um conhecimento profundo teórico, ou seja, tal pessoa torna-se SOBERBO. A soberba é um sentimento enganoso, que leva a pessoa achar que é melhor do que realmente é, que é maior do que realmente é, colocando-se num nível de pessoas bem melhores que do que si mesmos, e ainda pior, levando-o a pensar que sabem mais. Foi exactamente isso que aconteceu com Lúcifer, e por isso sinto-me na obrigação de fazer esta consideração (para que não caiamos na mesma condenação), pois é um perigo que sempre nos ronda na nossa vida. Lúcifer, através da soberba, teve a sua referência de autoridade perdida, o que o levou a pensar que era maior que Altíssimo, imaginando até mesmo que subiria acima das nuvens e ali faria o seu trono

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra tu que prostravas as nações. E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do norte;. Foi este terrível engano que o derrubou; Achar que era, quando não era!”
Isaías 14: 12

 Continuando a falar sobre os músicos desta segunda fase, existe um espírito de crítica que o ronda, a fazer com que as suas palavras sejam sempre negativas a respeito dos demais músicos. Vão ao culto na igreja e sentam-se nos últimos bancos e ali juntamente com outros do seu nível desferem críticas, que na sua maioria não condiz com a verdade, e mesmo que fossem verdades, palavras de gozo, risadas e críticas destrutivas, devem estar bem longes dos nossos lábios. (Tiago 3: 5-6)

Assim também a “língua” é um pequeno membro, e gaba-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um tão pequeno fogo incendeia. A “”língua” também é um fogo; sim, a “língua”, qual mundo de iniquidade, colocada entre os nossos membros, contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, sendo por sua vez inflamada pelo inferno.

“Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.”
Mateus 7: 2

Bem o facto é que nós – líderes – devemos estar bem próximos dos nossos músicos para que eles tenham sempre uma boa e fiel referência para os seus ministérios, pois do contrário Satanás os enganará!

Raul de Sousa

 Continua…

Nao percas o próximo artigo.


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